Um Momento com Tyson
ra domingo, inicio de outono, dia tranquilo e quente.
Por volta das 15:00 hs ouvi meu cachorro Tyson (pit-bull red nose) unhando as
portas brancas da minha sala me chamando atenção, a minha vontade ali não era
de saber o que ele queria, mas sim, de tirar
uma soneca depois daquela costelada com mandioca (da um sono). Que delicia! Entretanto, suas mãozinhas
com unhas afiadas continuavam a unhar a porta da minha sala . – xiqui-xiqui-xiqui-xiqui-xiqui.
Gritei: Já vou Tyson! Ao abrir a porta, vi seu rostinho de quem queria brincar e perguntei a ele: O que foi amigão? Quer brincar? Ele me lambeu. Peguei a
bolinha e arremessei pelo quintal vasto de gramas cortadas, Tyson saiu correndo como se nunca tivesse brincado antes, pegou a bolinha e a trouxe e eu disse: Já chega né bonitão, vou descansar um pouco, passei a mão
sobre sua cabeça e ao entrar, novamente suas mãozinhas e a porta torna-se
vítima: - xique-xiqui-xiqui-xiqui. Aiaiaiai! O que foi Tyson? Ele latiu. Está
bem amigão, vamos lá! Pega! Lancei novamente a bolinha por mais algumas vezes,
até ele cansar. E aí cansou? Tyson não teve expressão. Eu disse: Ufa! Fechei a porta
e fui tirar minha soneca. (Caetano 2020)
Bibliografia
Caetano,
Daniel Antonio. “Um Momento com Tyson.” Olímpia - SP, 2020.